Nesta
semana, duas pessoas me perguntaram: “O que você gosta de fazer? Onde você
costuma ir?”
E eu
respondi: Topo qualquer parada! Praia, serra, balada, rodeio, cinema, teatro,
jantar, chá da tarde, parque ou piscina... Porque o que importa mesmo é a
companhia.
Raramente
eu recuso um convite por conta do lugar, horário, distância, etc. Se eu não
tiver outro compromisso, aceito convite até para velório de cachorro.
Adoro
visitar meus amigos! Não me convide por educação porque eu vou mesmo! Sabe
aquela pessoa que diz: “Passa lá em casa!” Esta corre um grande risco comigo! Rs...
Gosto de
baladas, mas curto muito mesmo as coisas simples. Sentar, bater um papo, dar
risadas de futilidades, contar com detalhes (também adoro detalhes) como foi a
semana, ou aquele encontro com o novo “prospect”. Ou ainda, assistir um filme,
jogar baralho.
Na minha
família jogamos muito baralho. Ficamos todos na cozinha, brincando, brigando e
jogando. Ora de brincadeira, ora pra valer! Mas quando estamos todos na mesa,
jogando, batendo papo, sem hora pra acabar, este é o melhor tempo que temos. Os
laços se estreitam e qualquer problema fica lá pra trás.
Eu também
gosto de brincar com as crianças; entrar no mundo delas. As crianças são
fascinantes! Muito mais espertas do que nós! Eu gosto de rolar no chão,
inventar estórias, assistir 10 mil vezes o mesmo filme e decorar a fala de
todos os personagens. E levo muito a sério quando me contam algo totalmente
banal. É muito engraçado!
Curto muito
cada momento com cada diferente tipo de pessoa que me relaciono. Eu gosto de
ter laços, mesmo que sejam provisórios. Gosto de olhar com profundidade para
aquele outro olhar. Gosto de saber como as pessoas são. Adoro conversar com
pessoas mais velhas que me contam como era “naquela época”.
Resumindo,
o que eu gosto de fazer é estar com gente.
Gente viva, gente que vive, gente
que ensina.
