Friday, December 24, 2010

Então é Natal...

Tempo de meditar sobre a simplicidade e magnitude do Nascimento de Jesus.
Pensemos naquele  Jesus bebê na manjedoura em Belém: tão simples, singelo, frágil, dócil, humilde e sensível.
Jesus nos ensina que o fraco, o humano, o suscetível a erros, com o amor de Deus é forte, corajoso e vencedor.
Celebremos o nascimento de Jesus, filho de Deus e Maria!
FELIZ NATAL!
2010

Vídeo Natal Caju SP: http://www.youtube.com/watch?v=3p959YJd9A0

Sunday, December 19, 2010

Dezembro é um mês marcado por festas, férias, compras, provas finais, correria no trabalho e reflexões. Refletir sobre a vida, sobre nós mesmos, rever planos e fazer novos. Fazer o balanço sobre o que deu certo e sobre o que não foi alcançado.

Por mais positivo que seja esse balanço, tudo isso gera muito stress. Parece que todos ficamos pilhados! Muita demanda recebida! Eu quero acalmar o meu coração, mas não consigo. Ainda não dei feliz Natal para todos os amigos... ai ai ai se eu esquecer de alguém! Que difícil conciliar a agenda. Algumas pessoas nos encontram somente nesta época do ano, como dizer que tenho outro evento na mesma data? E os amigos muito próximos? Temos que marcar almoço ou happy hour para fechar o ano. Nossa! 85% da minha família e dos amigos fazem aniversário em dezembro! Que chato, neste clima natalino não conseguir conciliar tudo! Fico feliz por ter muitos amigos e muitos eventos, mas o mês de dezembro só tem 24 dias uteis.

Diante deste turbilhão tento pensar o que estaria acontecendo há 2010 anos. Fico pensando naquela mulher sem celular, sem internet, aos 9 meses de gestação andando no meio do nada... Acho que Maria pensava em onde ganharia o seu bebê. Será que ela se preocupava em não estar fazendo o melhor para aquela criança tão especial?

Eu sinto em meu coração que Maria estava calma e confiante. Sinto que ela simplesmente vivia e acreditava que tudo daria certo. Quando entro em sintonia com Maria, meu coração definitivamente se acalma, se encoraja e tudo flui.

Maria recebeu a graça maior e viveu tudo com naturalidade. E nós, mulheres? Será que não iríamos azucrinar a cabeça do pobre José com todo este cenário de incertezas e instabilidade? Certamente estaríamos pensando em alguma alternativa e nos consumindo por buscar opções de lugares adequados para a concepção do bebê.

Maria apenas viveu. E tudo aconteceu da forma como deveria. Embora parecesse estranho conceber num estábulo, essa era a melhor forma encontrada por Deus para nos mostrar a simplicidade de seu filho.

É da natureza feminina buscar soluções e ter este certo inquietamento que foi o que garantiu, muitas vezes, a proteção e sobrevivência dos filhos. Mas tomemos cuidado para não querer mudar o rumo natural das coisas. Tenhamos fé e paciência! Que Maria seja nosso espelho de ternura, paz, paciência, obediência e ainda sim de força e coragem.

Que o menino Jesus possa nascer em nossos corações e nos faça viver com simplicidade o seu amor. Pare um momento e olhe para um rosto de uma criança recém nascida. Contemple o seu olhar, seu sorriso, os batimentos de seu coração. Veja como o nosso coração se enche de alegria e paz! Imagine olhar para o menino Jesus... que paz aquela criança deveria trasmitir!
Comemoramos o Natal porque acreditamos que Jesus renasce em nós a cada ano. Que o rosto do bebê Jesus permaneça conosco e pacifique o mundo!

Friday, December 10, 2010

Sou muito amiga de Deus. Ele nunca me desamparou.
Sempre mostrou-me  os caminhos. Sempre me deu coragem para lutar.
Sempre deu dicas e tornou tudo mais fácil quando eu lhe chamei.
Não me lembro de ter negado-me um pedido.
Até mesmo quando eu era pequena e não sabia rezar.
Conservo ainda hoje esta intimidade da inocência de quem não foi preparada para isso...
Ninguém me ensinou as palavras certas. Elas apenas brotavam do meu coração, e era assim que eu dizia:
- Sabe Deus, eu sei que o Senhor tem coisas mais importantes a fazer...
- Deus, por favor me ajude a passar nesta prova. Estou com muito medo!
- Paizinho, por favor me proteja...
Depois de adulta e óbviamente com essa personalidade que Ele conhece bem...
- Olha Deus, vou te falar... Eu estou bem sem paciência com essa situação! hahahaha

Wednesday, December 8, 2010

O mundo está ao contrário e ninguém reparou

Esse é o trecho de uma música (da Cassia Eller) muito linda! Gosto muito desta parte e de uma outra que diz: “O que você está fazendo? Milhões de vasos sem nenhuma flor.”
Mas hoje, vou me ater somente ao trecho que diz que o mundo está ao contrário. E o que é pior: ninguém reparou!
Qual é o lado certo? O que está havendo de tão diferente ao nosso redor? Às vezes eu penso que esta mudança toda possa estar relacionada a falta de foco.

Hoje temos muita informação “voando” à frente dos nossos olhos. O cérebro fica meio perdido quanto ao quê priorizar. Estamos tão mais sensíveis com as redes sociais J Amamos todos, proliferamos o bem, lembramos do aniversário de todo mundo, estamos sempre presentes na vida até de quem está bem distante da gente. Sem contar nos sites pessoais e blogs. Por exemplo, o que eu faço aqui escrevendo neste blog ao invés de estar fazendo o projeto que visa ajudar populações carentes e sem água potável e concorrer a $1 milhão?
Acho que ainda não nos ajustamos direito a esta nova demanda, esta nova realidade. Talvez por isso os jovens e as crianças estejam tão “plugados no 220”. É muita coisa acontecendo ao mesmo tempo. Na minha época (pareço uma centenária falando), fazíamos poucas coisas quando criança. Me lembro que não havia tanta variedade de brinquedos. Rica era a amiga que tinha o shopping da Barbie e um Atari. Na escola, haviam atividades de arte, educação física... e só! Hoje as pobres crianças estudam 932 matérias na escola, fazem em paralelo um curso de inglês, natação ou judô e aula de música (esse é o pacote básico para classe pobre emergente). Coitados dos mais abastados! Passam o dia numa maratona de diversos tipos de aulas! E em todos, todos os intervalos ou até durante uma aula e outra: jogos on line, msn, videogames, etc etc. Penso que eles deveriam ser bem diferentes de nós que não tivemos metade dessas oportunidades de aprendizado. As minhas brincadeiras não eram nada relacionadas a lógica e/ou sobrevivência, rs... Eram besteiras do tipo: queimada, pular corda, moer folhas para produzir óleo. É claro que acredito que os jovens hoje estejam melhor preparados e atualizados a respeito dos mais diferentes assuntos. Porém me questiono o quanto eles realmente aproveitam dessa maratona diária. Qual será a margem de perda?
E o nosso comportamento? A minha vida está a cada dia mais pública. E a sua? Estamos sabendo gerenciar esta informação que está exposta? As empresas estão preparadas para esta exposição? Um deslize e milhões de pessoas podem twitar sobre uma empresa que está com um problema de caixa. Entre outros milhares de exemplos.
Temos que mudar as velas dos barcos. Agora precisamos fazer um esforço adicional planejando o que devemos fazer, o que devemos expor e o que realmente é prioridade neste contexto. Além do que estamos entre duas gerações completamente diferentes: a que mal sabe utilizar o computador e a dos hackers mirins.

Saturday, December 4, 2010

A felicidade é para os fortes

Vitória exige preparo, disciplina e coragem.

O que buscamos nesta vida se não a tal felicidade?
O que desejamos aos amigos nos aniversários e casamentos?
Quem seria verdadeiramente insano ao recusar que busca a felicidade?
Com tudo isso porém, algumas pessoas indiretamente e incoscientemente “evitam” a felicidade. Por culpa de uma palavrinha muito conhecida do ser humano: MEDO.
O medo é assim: chega e se instala, murmura ao pé do ouvido que você não é capaz, que você não deve, não pode e que o melhor que você tem a fazer para evitar que algo ruim aconteça é não fazer nada.
E esse sentimento é tão persuasivo! Conheço tantas pessoas que não são felizes por medo da infelicidade. São pessoas que ficam paradas, estáticas no tempo e espaço ou então correm quando qualquer possibilidade de felicidade aparece. Alegam que podem se machucar, se decepcionar,  que o tombo é maior quando há algo de valor envolvido.
Realmente, a felicidade está no alto. E ir ao alto exige um esforço adicional. Quem cai do alto se fere bem mais do que aquele que ficou no baixo.
Pra mim é uma questão lógica: se eu quero a felicidade e a felicidade está no alto... onde devo ir? Nem precisa ser tão provido de inteligência para responder esta questão. Aqui é só uma “brincadeira”, mas quantas vezes as coisas são tão óbvias, mas as pessoas insistem em fingir que não sabem a resposta?
Ah existem também as pessoas que sofrem de memória da dor. São pessoas que repetem todos os dias para si próprias: Uma vez eu tentei ser feliz e me decepcionei. Então não quero correr o risco de sofrer novamente. São pessoas que provavelmente passaram pela dor e não cresceram muito. Não que seja legal ter dor para crescer, mas isto é um fato. Fatos não são bons ou ruins, eles simplesmente existem e pronto. Várias possibilidades de ser feliz passam pela vida destas pessoas, mas por lembrar da dor passada, elas dispensam todas.
Bom, por diversas vezes eu arrisquei muito para ser feliz. Algumas vezes eu perdi, caí e me arrebentei. Ao meu redor haviam muitos amigos para me resgatarem deste tombo. Em outras vezes eu simplesmente alcancei o topo. E alcançar o topo é indescritível! É uma plenitude sem tamanho! Ser feliz compensa qualquer risco!